Mercado da Alegria 

Até 25/09/2022

O Mercado da Alegria regressa para mais um dia de muita animação e de boas compras, das 9 às 19 horas, entre as sombras frescas do frondoso Jardim do Passeio Alegre. Porque não recebe só emprestado o nome do recinto que o acolhe, o evento prima pela simpatia dos vendedores, aliado à qualidade dos produtos comercializados, sejam eles de cariz artesanal, peças de joalharia e bijuteria, acessórios de moda, peças de decoração, ou produtos da terra e regionais. Tudo com respeito pelas medidas preventivas para a COVID-19, como não poderia deixar de ser. Com uma localização privilegiada na antecâmara das praias do Porto, o Mercado da Alegria recebe a brisa do mar, sendo um ótimo refúgio nas horas de maior calor. O Mercado da Alegria reúne o trabalho de dezenas de artesãos e vendedores locais, com uma vasta gama de produtos apresentados. O Mercado da Alegria está sempre dependente de condições climáticas favoráveis, uma vez que decorre ao ar livre. 

Feira de Artesanato da Batalha

Até 31/12/2022

Esta feira começou de uma forma espontânea na Praça da Batalha onde eram comercializados os produtos manufaturados (bijuteria, carteiras, entre outros). Nos anos 90 a Câmara Municipal do Porto regulamentou esta atividade, através da criação da Feira de Artesanato da Batalha.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Mark Bradford

Até 19/06/2022

12 €

Mark Bradford (Los Angeles, 1961) é atualmente reconhecido como um dos nomes que melhor definiu a pintura das duas últimas décadas, concebendo a sua própria linguagem pictórica para falar de temas universais, como a distribuição do poder nas estruturas sociais e o seu impacto no indivíduo ou a relação entre arte e envolvimento comunitário. No seu trabalho, o elemento social é dado através da sua escolha de materiais. Recorrendo a materiais do quotidiano e a ferramentas que se encontram em lojas de ferragens, Bradford criou uma linguagem artística única. Frequentemente designado como “abstração social”, o seu trabalho baseia-se no entendimento de que todos os materiais e técnicas estão impregnados de um significado que antecede o seu aproveitamento artístico. O seu estilo próprio evoluiu a partir da experimentação com materiais para permanentes, os papéis pequenos e translúcidos usados em cabeleireiros, mas desde então alargou-se a outros tipos de papéis, incluindo mapas, outdoors, cartazes de cinema, livros de banda desenhada e anúncios comerciais de rua que publicitam serviços predatórios em bairros economicamente frágeis. Através desta abordagem rigorosamente física à presença material da pintura, Bradford tem tratado questões cruciais do nosso tempo, como a epidemia de SIDA; a representação deturpada e o medo da identidade queer e homossexual; o racismo sistémico nos Estados Unidos; e mais recentemente, a crise decorrente da Covid-19.

Arquivo Perpétuo

Até 10/07/2022

12 €

Arquivo Perpétuo: as publicações e os projetos editoriais de Hans-Ulrich Obrist. “Arquivo perpétuo:As Publicações e Projetos Editoriais de Hans Ulrich Obrist” é uma exposição dedicada ao arquivo de publicações sediado em Chicago, do curador Hans Ulrich Obrist, que é Diretor Artístico das Serpentine Galleries em Londres. A exposição comporta uma série de módulos que abordam o cruzamento de documentos e as suas histórias: as pessoas, os acontecimentos e as instituições que todos contribuíram para a sua concretização. A exposição também questiona, através da metáfora e de outras representações, os diversos comportamentos de um arquivo: a sua fragilidade e instabilidade, a sua relação com outros arquivos, bem como as suas várias lacunas históricas. Uma componente central da mostra é uma série de vitrinas que examinam não apenas a arquitetura histórica da vitrina e a sua relação com o “Wunderkammer”, mas também as possibilidades conceptuais que as vitrinas impõem através das suas restrições físicas. “Arquivo perpétuo” também inclui uma história do próprio arquivo - um arquivo do arquivo - que documenta a forma como foi mudado ao longo do tempo relativamente ao contexto de ferramentas tecnológicas e conhecimento humano.

O Princípio da Incerteza

Até 05/06/2022

12 €

A parceria de Manoel de Oliveira e Agustina Bessa-Luís é um dos capítulos mais intrincados da já de si emaranhada história das adaptações cinematográficas de textos literários. Sendo a todos os títulos um caso ímpar no que toca a afinidades e desavenças entre literatura e cinema e tendo dado origem a realizações não menos singulares, as interseções entre as obras dos dois autores são cruciais para o entendimento da obra de cada um deles. Iniciada em 1981, com a adaptação do romance Fanny Owen (1979) no filme Francisca, a colaboração de Oliveira com Agustina prolonga-se até 2005, data da realização de Espelho Mágico, que adapta A Alma dos Ricos (2002). Pelo meio existem outros oito textos da escritora que habitam a obra do realizador, onde se incluem três romances, dois diálogos, uma peça de teatro, um conto e um discurso lido pela própria Agustina. Para pensar estas relações entre literatura e cinema afigurou-se útil trazer para a exposição todo um vasto leque de saberes, científicos, para-científicos, e outros ainda mais obscuros, porque só eles podem iluminar uma área do conhecimento feita essencialmente de intuições e de paradoxos, de inversões de sentido e de perplexidades. O choque entre palavras e imagens, entre romances e filmes, apela a outros confrontos, que procurámos explorar na exposição, e abre um espaço intersticial, lugar do estético e do simbólico, onde todos esses saberes antigos ou modernos são convocados. Os termos deste diálogo consubstanciam, provavelmente, o consórcio mais fecundo das artes e das letras portuguesas dos últimos cem anos.

Joan Miró - Signos e Figuração

Até 02/10/2022

12 €

A Coleção Miró, propriedade do Estado Português, cedida ao Município do Porto e depositada na Fundação de Serralves, é composta por 85 obras e engloba pinturas, esculturas, colagens, desenhos e tapeçarias do famoso mestre catalão. A Coleção abrange seis décadas de trabalho de Joan Miró, de 1924 até 1981, constituindo assim uma excelente introdução à sua obra e às suas principais preocupações artísticas. A exposição acontece na sequência da conclusão das obras do projeto de recuperação e adaptação da Casa de Serralves, assinado pelo Arquiteto Álvaro Siza, que contou com o apoio da Câmara Municipal do Porto, nos termos do protocolo que define as condições de depósito da Coleção Miró em Serralves. Joan Miró (1893—1983), um dos grandes “criadores de formas” do século XX, foi simultaneamente um “assassino” estético que desafiou os limites tradicionais dos meios em que trabalhou. Na sua arte, as diferentes práticas dialogam entre si, cruzando os meios: a pintura comunica com o desenho; a escultura seduz os objetos tecidos; e as colagens, sempre conjugações de entidades díspares, funcionam como princípio maior ou matriz para a exploração das profundezas do real. Esta exposição não segue um formato cronológico ou linear: as obras estão agregadas tematicamente, tentando dar uma visão holística do percurso do artista. As várias salas abordam diferentes aspetos da sua arte: o desenvolvimento de uma linguagem de signos; o encontro do artista com a pintura abstrata que se fazia na Europa e na América; o seu interesse pelo processo e pelo gesto expressivo; as suas complexas respostas ao drama social dos anos 1930; a inovadora abordagem da colagem; o impacto da estética do sudoeste asiático na sua prática do desenho; e, acima de tudo, a sua incessante curiosidade pela natureza dos materiais.

Mulheres que fazem barulho

Até 30/09/2022

O que têm em comum Lena D’Água, Ana Deus, Anabela Duarte, Manuela Azevedo ou Xana? Todas elas têm lugar reservado na história do rock nacional e fazem parte do grupo de 15 mulheres cujas carreiras musicais vão ser celebradas na exposição e numa série de eventos paralelos que vão acontecer nos próximos 6 meses. Inaugurada simbolicamente no dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher -, na Casa Comum (à Reitoria) da Universidade do Porto, e com entrada livre. Estará patente até 30 de setembro de 2022. Organizada pela Casa Comum e pelo Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, esta exposição inédita nasce com o propósito de homenagear “mulheres relevantes do rock português” desde o pós-25 de abril até à atualidade. Para isso, propõe-se a contar as suas histórias através discos, cassetes, roupas, adereços, rabiscos de letras, pautas, baquetas, instrumentos musicais, entre outros objetos marcantes nas respetivas carreiras.

Drawn 1975-1993

Até 18/09/2022

12 €

Leonilson foi um dos grandes expoentes de um movimento da arte brasileira que ficou conhecido como Geração 80. Após o final da ditadura militar em meados dos anos 1980, este grupo de artistas celebrou a sua recém-adquirida liberdade com um estilo de pintura gestual, colorido e expressivo. Enquanto na mesma década a arte pop americana se apropriava dos símbolos de uma sociedade industrial, as obras da Geração 80 criticavam abertamente a sociedade. Nascido em 1957, Leonilson estudou arte em São Paulo entre 1978 e 1981. Para além de Eva Hesse e Blinky Palermo, dois artistas que conheceu pessoalmente durante as suas viagens pela Europa, a sua principal influência artística foi a transavanguarda italiana. Surgido em finais dos anos 1970, este movimento ficou marcado pelo regresso à figuração, à mitologia antiga e a um intenso uso da cor. Nesta mesma linha, as pinturas e desenhos de Leonilson deste período apresentam um subjetivismo eclético e uma linguagem visual emblemática. Uma exposição de têxteis da seita cristã americana Shakers assinala um momento-chave do início da carreira do artista: os mapas bordados dos Shakers influenciam-no enormemente e inspiram-no a adotar o têxtil como meio artístico. Em 1991, após ter sido diagnosticado com SIDA, a sua linguagem visual muda significativamente: entre 1991 e 1993 o seu trabalho apresenta características diarísticas, revelando a deterioração da sua saúde e deixando transparecer a sua preocupação com a morte. Na fase final da sua vida, Leonilson já só era capaz de trabalhar com tecido, agulha e linhas. Neste período, a linguagem e a abstração detêm um papel preponderante no seu trabalho, assim como elementos religiosos, formais e visuais. O Museu de Arte Contemporânea de Serralves orgulha-se de poder apresentar a primeira grande retrospetiva da obra do artista brasileiro Leonilson em Portugal. A mostra reúne uma seleção de mais de 250 trabalhos num amplo espectro de meios e estilos, desde as primeiras pinturas até aos bordados introspetivos dos últimos anos do artista, dando um panorama geral de toda a sua obra.

Gil Delindro

Até 29/05/2022

12 €

Inserida no programa anual do Parque de Serralves, esta exposição apresenta duas obras do artista Gil Delindro, “Fictional Forest” e “Burned Cork – Resilience”, onde as condições materiais e culturais que se impõem à vida (e à morte) de árvores e florestas se apresentam como centrais e simbólicas de uma dialética complexa entre conceções do "natural" e do "humano". A exposição procura assim expressar a relação construída entre o processo artístico e a ciência, uma oportunidade de diálogo para a sustentabilidade, atravessado pela poesia. Deste processo faz parte a construção de novas identidades dos espaços, imaginados e/ou construídos do Parque, recursos singulares que desafiam a comunidade educativa a ativar a resposta à emergência ambiental. Gil Delindro (1989, Portugal) é um artista sonoro e visual com reconhecimento internacional pela pesquisa ambiental site-specific que desenvolve, nomeadamente em lugares e paisagens desafiadoras, em comunidades isoladas, muitas vezes sujeito a condições geológicas e climatéricas extremas, isto um pouco por todo o mundo. Entre eles incluem-se lugares no Deserto do Saara, na Floresta Amazónica do Brasil, na Sibéria, no Glaciar do Rhone, nos vulcões de Auvergne ou em aldeias remotas do Vietname. A prática artística de Gil Delindro baseia-se numa pesquisa que explora ligações entre ecologia, geologia, antropologia e acústica. As suas peças traduzem em paisagens sonoras espacializadas estados efémeros da matéria orgânica (como do solo e da madeira), de detritos geológicos ou da água. Estas esculturas sonoras transportam em si os efeitos imprevisíveis do tempo, clima, erosão e condições atmosféricas externas, em contraponto com dispositivos acústicos fabricados. Delindro reflete assim as tensões contemporâneas entre humanos e um planeta com um ambiente em rápida mudança, questionando de que formas pode a perceção humana da “Natureza” ser desafiada.

Waters' Witness / O Testemunho das Águas

Até 28/08/2022

12 €

Tarek Atoui, artista e compositor eletroacústico, trabalha em composições de grande escala que resultam de uma investigação antropológica, etnológica, musicológica e técnica. As suas exposições cruzam instalação, performance e ensinamentos em processos que se afastam da noção convencional de performance — tanto do ponto de vista do performer como do público — e que sugerem formas visuais, auditivas, táteis e somáticas de experienciar o som. Esta primeira exposição em Portugal é parte do projeto I/E, em curso desde 2015, no qual Atoui regista os sons de cidades portuárias — Atenas, Abu Dhabi, Singapura, Beirute ou o Porto -, gravando as atividades industriais, humanas e ecológicas dos seus portos. Trabalhando em parceria com Eric La Casa, artista e especialista em gravação de som, escutam os sons abaixo da superfície do mar ou dentro de materiais como metal, pedra e madeira. Em Waters’ Witness, as gravações áudio dos portos de mar de Atenas, Abu Dhabi e Porto são reproduzidas através de materiais escolhidos para cada uma das localizações: blocos de mármore de Atenas, vigas de aço de Abu Dhabi e estruturas de madeira que albergam composto, vermes e material orgânico, especificamente produzidas para a apresentação em Serralves. O trabalho com material orgânico em decomposição conduz Waters’ Witness numa direção até agora inédita: uma ecologia acústica que recebe e perpetua sons residuais através das fronteiras audíveis de um mundo em fluxo. Esta paisagem sonora única estende-se da sala central do Museu até ao Parque sob a forma de constelações sonoras, plataformas e sistemas de som, ativados ao longo de todo o período de permanência da exposição em performances programadas, workshops colaborativos e oficinas educativas.

Ajax Et Plures

Até 01/11/2022

Ajax et plures apresenta um conjunto de obras de João Paulo Feliciano dos anos 1990 e 2000 pertencentes à Coleção de Serralves e uma obra inédita concebida para o campus da Universidade Católica Portuguesa no Porto. As obras apresentadas são representativas de momentos distintos do percurso do artista, revelando continuidades e ruturas que marcaram a sua prática artística ao longo dos últimos trinta anos. Se os trabalhos dos anos 1990 gravitam em torno do mundo da música rock e da realidade urbana, as obras de 2004 e 2021 demonstram um interesse pela exploração de fenómenos de perceção e permitem distinguir uma inflexão na relação (de fascínio/rejeição) com a tecnologia. Mantém-se uma constante problematização dos suportes materiais e linguísticos que o artista utiliza como forma de reequacionar a nossa relação com o mundo, questionando pressupostos dos tradicionais géneros artísticos à luz de diferentes aspetos da cultura popular. A sua atitude irónica e provocadora, a vontade de implicar o espectador na significação da obra, e, sobretudo, o seu insaciável apetite pela experimentação revelam-se transversais ao diverso corpo de trabalho de João Paulo Feliciano. As obras são apresentadas em diferentes espaços do campus da UCP – Porto, no Edifício das Artes e no Edifício de Restauro.

Warhol, Pessoas e Coisas

Até 31/01/2023

7 €

"Warhol, People and Things: 1972-2022", uma coleção de 68 fotografias, das décadas de 70 e 80 do século passado, doadas à Mishkin Gallery pela Andy Warhol Foundation for the Visual Arts e exibidas, pela primeira vez, em Portugal e na Europa. A exposição revela "o trabalho de Andy Warhol e o seu contributo para o desenvolvimento da arte experimental, dos média e do discurso crítico de arte, em diálogo com artistas contemporâneos, ao mesmo tempo que expõe o artista pop pioneiro a uma nova geração no Porto". Para além das fotografias de Warhol, serão exibidas obras de arte contemporâneas, várias delas comissionadas para a exposição. Entre as obras exibidas estão "Scenes from the Life Of Andy Warhol" (1982), do realizador Jonas Mekas, fotografias da série "Middle of the Day", de John Miller, três filmes de Jeff Preiss, incluindo o seu mais recente "Welcome to Jordan", de 2022, e pinturas recentes de Anna Ostoya. Foram ainda comissionadas obras aos artistas portugueses Sara Graça e Pedro Magalhães, e serão também incluídas peças da Casa São Roque, como fotografias de Augusto Alves da Silva e Robert Mapplethorpe. A programação da exposição inclui ainda palestras sobre fotografia e sobre a relação entre Warhol e Jonas Mekas.

Pontes de Vista

Até 04/06/2022

Porque a vida é melhor quando partilhada, decidimos fazer do “desconhecido” união. Através do nosso ponto de vista, criamos uma exposição com a temática das pontes do Porto para edificar no papel a magia que honramos em fotografia. Captar monumentos e partilhá-los é a nossa paixão! A exposição conta com a presença dos artistas Sérgio Carvalho, Paulo Camelo, Bruno Sousa, Mário Eloi, Sónia Ricardo, Pedro Sá e Paulo Alves. Esta exposição de fotografia tem lugar na Domus Arte, uma loja de artesanato português e exposição de arte, na Rua da Bainharia, junto à Sé do Porto, podendo ser visitada até dia 4 de junho.

Aulas de skate

Até 31/08/2022

As aulas decorrem todas as segundas e quintas, entre as 17:30 e as 19:30 horas, e todos os sábados e domingos, entre as 10 e as 12 horas no Skate Park de Ramalde. Cada aula junta dois professores e um máximo de 20 alunos em simultâneo, sendo que cada participante deverá, preferencialmente, trazer o seu próprio equipamento (prancha e equipamento de proteção). A empresa municipal Ágora fornece a prancha e o capacete a quem necessitar, sendo que está impedida a partilha de equipamento entre os alunos. A inscrição nas aulas é obrigatória a cada semana, devendo os interessados enviar um email para desporto@agoraporto.pt, com o nome, idade (deve ter mais de seis anos e menos de 60 anos) e o dia em que pretendem realizar a aula de skate. Cada utente pode inscrever-se no máximo em duas aulas por semana.

SPIRITUS – A melhor maneira de viajar é sentir

Até 16/10/2022

14 €

Spiritus - A melhor maneira de viajar é sentir é um espetáculo multimédia inovador que transcende as paredes da Igreja dos Clérigos, na cidade do Porto. Esta experiência imersiva explora a música, a luz, a energia e a cor, criando uma atmosfera de poesia visual, sincronia e leveza que preenche toda a arquitetura da Igreja dos Clérigos. Criada pelo OCUBO e inspirado livremente no poema “Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir” de Álvaro de Campos, Spiritus desperta o imaginário, a espiritualidade e o mindfulness de cada espectador.