Dia 1

Igreja Privativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto
A igreja começou a ser construída aproximadamente em 1550 ao estilo renascentista. Na capela-mor, que apresenta, atualmente, um retábulo neoclássico, foi utilizada a mesma solução utilizada no Mosteiro dos Jerónimos, mas de dimensões mais reduzidas. Em 1740 a igreja ameaçava ruína, tendo sido os desenhos de Nicolau Nasoni os escolhidos para a nova fachada do edifício, entre os de vários especialistas. A fachada carateriza-se pelo virtuosismo da sua decoração. O interior do templo, apesar do aditamento decorativo barroco, nomeadamente no arco triunfal e à volta da cornija, mantém a austeridade que carateriza a arquitetura maneirista.

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Igreja de S. Nicolau
Edifício representativo da arquitectura religiosa portuense de finais do século XVII. Insere-se numa corrente de gosto maneirista, embora apresente algumas soluções de tendência barrocas. Na nave salienta-se o retábulo de Santo Elói, padroeiro dos Ourives. Horário das celebrações litúrgicas: Quartas e sextas: 7pm (durante a pandemia, só se celebra quando há intenções). Sábados: 7 pm Domingos e dias santos*: 9:15 am *Excepto (horário sob consulta): 1 de Janeiro; 24 de Junho; 1, 6, 8 e 25 de Dezembro, Domingo de Páscoa, Festa da 1ª Comunhão, Festa de Nossa Senhora do Ó (3º domingo de setembro).
Igreja de S. Francisco do Porto
Principal templo em estilo gótico existente na cidade, cuja construção se iniciou no século XIV. É uma das mais importantes obras do Barroco, pelo seu interior em talha dourada, dos séculos XVII e XVIII. Foi a exuberância de dourado que levou o Conde de Raczinsky, a descrevê-la como a «igreja de oiro». E, deslumbrado acrescenta: «A talha desta igreja é de uma riqueza e de uma beleza que ultrapassa tudo quanto vi em Portugal e em todo o mundo». De destacar a Árvore de Jessé, bem como o Cemitério Catacumbal. É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996. Janeiro, fevereiro, novembro e dezembo: 9h-18h Março, abril, maio, junho e outubro: 9h-19h Julho, agosto, setembro: 9h-20h

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8 €
Construção do século XII/XIII, em estilo românico, foi sendo alvo de ampliações e renovações ao longo dos tempos até à sua alteração final, numa reconstituição idealizada da catedral medieval, já no século XX. Destaca-se: do século XIV, de estilo gótico, o claustro e a Capela de São João Evangelista; a ampliação da capela-mor, a Capela do Santíssimo Sacramento e seu altar de prata, do século XVII, ao estilo maneirista; do barroco, século XVIII, os frescos da capela-mor e a sacristia, da autoria de Nicolau Nasoni, bem como os azulejos do claustro, de Vital Rifarto; já do século XIX, a escultura de Teixeira Lopes (pai) na Capela Batismal. Igreja: Abr-Out Seg-Dom: 09:00-18:30 Nov-Mar Seg-Dom: 09:00-17:30 Claustros: Abr-Out Seg-Dom 09:00-18:00 Nov-Mar Seg-Dom 09:00-17:00 Encerra: Natal, Domingo de Páscoa

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3 €
Igreja do Convento de S. João Novo
Igreja do séc XVII, cuja fachada apresenta grandes semelhanças com a Igreja de S. Lourenço. De realçar o retábulo-mor, uma bela peça rococó, os azulejos representando a vida de Santa Rita de Cássia e a imagem de Nossa Senhora da Guia.

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Igreja de S. Pedro de Miragaia
Uma das mais antigas igrejas da cidade, viria a sofrer profundas transformações arquitectónicas nos anos trinta do século XVIII. A capela-mor é totalmente revestida de talha, onde se encontram expressões artísticas de épocas distintas - nacional, joanino, rococó. Peça de grande qualidade é o tríptico de origem flamenga, cujo tema central é o Pentecostes.

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Igreja de Santo António dos Congregados
Igreja do início de setecentos possui uma frontaria em estilo Barroco. Dedicada a Santo António vê refletida toda essa devoção, quer na fachada, onde se destaca um nicho com a imagem de Santo António, quer nos azulejos exteriores e pinturas murais interiores, que representam cenas da sua vida. Acessível a pessoas com mobilidade reduzida pelo nº 11.

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Igreja dos Clérigos
O museu e a Torre dos Clérigos encontram-se encerrados até ao dia 31 de janeiro, sendo que a Igreja dos Clérigos continua de portas abertas, no horário compreendido entre as 9h30 e as 17h30. Obra barroca, da autoria de Nicolau Nasoni, construída na primeira metade do século XVIII, entre 1732 e 1749. A igreja, de invulgar planta oval, tem o seu interior decorado por talha dourada em estilo joanino. Destaca-se o retábulo da capela-mor, em estilo rococó, composto por mármores de quatro cores. Nasoni soube conjugar genialmente o granito, a mármore e a talha dourada, tornando a Igreja dos Clérigos, e todo o conjunto arquitetónico, num dos mais belos templos de feição barroca, e uma referência na história da cidade do Porto. Atualmente continuam a ser realizadas cerimónias religiosas, assim como eventos culturais, como por exemplo concertos de órgão, orquestras e coros.
Igreja da Lapa
Em 1754, o fundador da Irmandade de N. Srª da Lapa pregava pelo Porto, com a intenção de construir uma capela em honra de N. Srª da Lapa. Em 1755, fruto das esmolas, construiu-se a Capela de N. Srª da Lapa das Confissões. Mais tarde, a Irmandade da Lapa decidiu-se pela construção de uma nova Igreja. A construção da igreja arrastou-se por mais de 100 anos. Desde 1835, a Igreja acolhe o coração de D. Pedro IV, albergado num monumento localizado na capela-mor. Em 1995, a Igreja adquiriu o órgão de tubos, peça fundamental dos concertos da Igreja, classificada Imóvel de Interesse Público desde 2013.
Capela das Almas
Construída nos princípios do séc. XVIII. Da mesma época data a imagem de Nª Srª das Almas, que se encontra no seu interior. Em 1929, todo o exterior foi revestido de azulejos representando passos da vida de S. Francisco de Assis e de Santa Catarina. Em 1982 foram objecto de recuperação.

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Igreja dos Carmelitas
Igreja do séc XVII cuja fachada clássica data da década de cinquenta do séc. XVIII, e o seu projecto tem sido atribuído ao arquitecto-pintor Nicolau Nasoni. O retábulo-mor foi considerado uma peça estilisticamente revolucionária, na talha rococó portuense. Edifício classificado como monumento nacional.

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Igreja de S. João Baptista da Foz do Douro
Igreja barroca, possui um notável retábulo-mor, considerado um dos melhores retábulos joaninos do Porto, e oito altares laterais de talha barroca. Na fachada, um nicho onde se exibe a imagem de São João Baptista.

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Igreja do Bonfim
Edificada entre 1874 e 1894, apresenta uma fachada ladeada por duas torres sineiras de quarenta e dois metros de altura. O interior é simples, mas proporcionado, tendo a capela-mor uma abóbada ornamentada com estuques. O retábulo, de gosto neo-clássico, tem um painel que representa o Calvário.

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Igreja da Trindade
Construída durante todo o séc. XIX, segundo projecto do arquitecto Carlos Cruz Amarante. Destaca-se na capela-mor o painel de grandes dimensões do pintor José de Brito, representando o Baptismo de Cristo.
  • 11.0 €
  • VsitPorto


    Actualizado por última vez 2022-06-20

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